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PINTAR OS OLHOS OU COLAR ETIQUETA NO BALÃO?

Não importa como você trabalha, desde que o balão seja sua preferência

Trabalhar com avental ou trabalhar com os bolsos cheios? Encher o balão com ar via inflador ou pela boca? Inflar sentado ou de pé? São formas de trabalhar com o nosso querido balão. No milênio passado um representante de uma fábrica de balão não se contentava em apenas fornecer o mesmo, tinha como meta ensinar o decorador a lidar com o balão. Em uma das aulas mostrou como abrir a embalagem do balão: colocava um pacote sobre a palma de uma mão e batia com força com a outra mão, como resultado o pacote estourava. É bem verdade que quando ele apresentou a técnica, o pacote abriu em vários lugares tamanha força, o que fez com que os balões voassem para todo lado.
Existe uma profissão bem reconhecida chamada de inventor. Este profissional “cria” máquinas ou processos que a priori deixam a vida mais fácil. É famosa a obsessão do americano de deixar um processo mais prático e foi dele que nasceu a ideia de criar um equipamento que não exigisse tanta habilidade para encher um balão ou dar nó no bico: um inflador conectado a um cilindro de Nitrogênio, que seria exato e rápido, pois os balões já sairiam medidos. O resultado é que este aparelho acabou ficando mais inexato e lento. À medida que a pressão no cilindro caia, os balões ficavam menores. Por sorte este equipamento era muito caro, e os brasileiros impedidos de adquirir algo tão sofisticado, tiveram que aperfeiçoar sua habilidade em inflar e medir manualmente, duas vezes mais rápido e exato que usando este equipamento.
A cultura de balão varia conforme o lugar. Para a cultura americana é muito importante praticidade. Para o europeu é muito importante habilidade. Para o asiático é muito importante arte em técnicas mais complexas. Eu chuto que para o brasileiro é uma mistura, tal qual a raça brasileira. Entretanto hoje o brasileiro é conhecido pelo extremo cuidado com o cálculo e medida correta ao inflar o balão usando bons projetos. Quem diria que somos conhecidos pela matemática e exatidão nas medidas!? Mal comparando, o americano é Nutella; o europeu é raiz; o asiático é creme de avelã com água de iceberg e leite da vaca alimentada com licor na Patagônia. Já o brasileiro é doce de brigadeiro mesmo! Prático, barato, gostoso, e tudo sai redondinho. 
Todas estas formas culturais de ver e trabalhar com o balão são corretas e válidas, uma vez que o resultado é quase o mesmo. Seja qual for a sua preferência, o balão encanta a todos nós. Para mim, o balão é como uma prece: “O balão nosso de cada dia nos dai hoje o trabalho, a diversão ou o nosso sustento”. Peço ao leitor que analise a sua forma de trabalhar e veja se se identifica com uma destas classificações:

 

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